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Uso de aplicativos móveis ultrapassa tempo na web

Americanos usam mais aplicativos móveis do que PCs

Em recente estudo da Flurry, os dados não mentem e batem mais um prego no caixão da era do PC. Em 2011, smartphones e tablets ultrapassaram a produção de desktops e notebooks.  Essa nova leva de gadgets e pessoas acaba de confirmar o óbvio. Em junho, os americanos passaram mais tempo em aplicativos móveis no que na web. Ou, melhor dizendo, o uso de smartphones e tablets superou o uso de desktops e notebooks para acessar a web. Afinal, a web não morreu. Já o PC…

 

Por uma internet livre e neutra.

Web 2.0, discussões 2.0. Existem 2 em especial que todos devem prestar muita atenção.

O congresso americano está discutindo se os donos da infra estrutura da rede podem controlar a qualidade de acesso aos sites que você visita. Basicamente, se a proposta for aprovada — e obviamente o lobby para que isso aconteça é forte — os sites teriam que pagar “pedágio” pela qualidade de acesso ao seu conteúdo. Botando a questão no nosso contexto, poderiamos ter um cenário em que clientes banda larga do Virtua teriam um acesso rápido ao Globo Media Center, e lento a TV Terra.
A chiadeira é grande e concentra-se no Save the Internet, que centraliza a discussão, notícias e arrecadação de fundos.

Outra iniciativa é o http://irrepressible.info/ da Anisitia Internacional, que luta pela liberdade de expressão e acesso a tudo que estiver na web. Tem a ver com a censura das ditaduras, com o governo americano xeretando nos dados do Yahoo e Google e com a prisão do blogueiro chinês Shi Tao (aquele do layout do Blopix). Leiam o artigo do Pedro Dória no Link pra entender melhor.

O futuro do que a internet é e será depende muito dessas pendengas. Afinal, que internet vamos deixar para os nossos filhos?

 

Pai da internet diz que Brasil precisa ser mais visível

Vint Cerf, criador do protocolo TCP/IP e Vice_Presidente do Google, falou no debate realizado pela Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (Câmara-e.net) esta semana na cidade de São Paulo, que as empresas de tecnologia do Brasil precisam “fazer mais e ser mais visível para o mundo”. No mesmo evento, Cid Torquato, diretor-executivo da Câmara-e.net já acha que:

os profissionais e empresas brasileiras participaram com ênfase da primeira fase do desenvolvimento da internet, mas não estão se destacando na Web 2.0. “Sem xenofobia, precisamos ser também protagonistas, ao invés de apenas consumidores de produtos e serviços online criados por empresas como My Space, You Tube e Flickr”, diz Torquato.

Pois é, está na hora de revertermos esse quadro. Não acham?

Vejam a íntegra a matéria do brother Paulo Amaral do IDG aqui

 

 


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