Não compro CDs há um bom tempo. Os que tenho, coitados, acumulam pó. Nosso consumo de áudio e vídeo é cada vez mais digital. Tudo fica no HD. Quem precisa de HD-DVD? Nasceu morto. Vejam este artigo na Slate. Como o Guilherme diz, o digital muda seu conceito de posse. O físico perdeu o valor. Vão-se os discos, ficam os dados.
A idéia não é original, foi imaginada pela primeira vez no clássico 1984 de George Orwell. Na versão original, Versificator era uma máquina capaz de criar músicas para entreter a população. A versão atual é um software que não cria músicas mas é capaz de dizer qual será sucesso.
Criado por um grupo de programadores da Platinum Blue especializados em inteligência musical, o software analisa uma combinação de fatores de uma música, como timbres, acordes, cadências, oitavas, etc, e compara com um banco de dados de mais de 3 mil sucessos de todos os tempos reunidos pela empresa. De acordo com os desenvolvedores, todas as músicas possuem uma combinação limitada de equações matemáticas. As mesmas combinações matemáticas encontradas em sucessos do U2, por exemplo, são encontradas em clássicos de Beethoven. Portanto, uma nova música que atenda às mesmas combinações matemáticas pode ser um sucesso também.
Será?
Hair Ball John Radio Show. Achei nas rádios do iTunes – Hard Rockin 80s.
Muuito bom. Me senti com 16 anos novamente. O programa é americano, mas o streaming é australiano (domingo às 17h00). O cardápio do último tinha Quiet Riot (ao vivo), Krokus, Wasp, Tesla, Def Leppard, e Impelliterri (que catzo é isso?!). Como diz o slogan do programa: “The past is back to kick your ass”.